sexta-feira, 11 de março de 2011

Comprar, descartar, comprar: porque sua impressora tem data de validade.

10/03/2011
Do blog Etc & Digital

Assisti a um documentário da RTVE produzido pela Arte France, Televisión Española e Televisión Catalunya que realmente me surpreendeu. Comprar, tirar, comprar é um vídeo de 50 minutos [em espanhol] que mostra como a indústria constrói produtos para durar pouco, a obsolescência programada. O filme começa com uma lâmpada que virou atração turística em uma corporação dos bombeiros nos Estados Unidos. A lâmpada está, nada menos, que 100 anos em funcionamento, sem falhar um dia sequer.

A reportagem vai atrás de respostas e descobre que os fabricantes de lâmpadas do mundo inteiro criaram um cartel nomeado de Phoebus em 1932, para controlar a fabricação em todo o mundo e penalizar empresas que construíssem lâmpadas que tivessem boa durabilidade. Engenheiros, então, começaram a trabalhar para reduzir a durabilidade das lâmpadas. Começava aí a obsolescência programada. O cartel segue até os dias atuais, ou seja, o componente não pode durar mais que mil horas, sob pena de multa.

Outro trecho interessante do documentário mostra uma impressora estragada e seu dono em busca de assistência técnica para o produto. Os técnicos são unânimes em dizer que o melhor é comprar uma impressora nova. Inconformado, o curioso Marcos ignora o conselho dos técnicos e começa a buscar resposta para o que aconteceu com o aparelho.

Ele encontra um site na internet The Dirty Little Secret of Inkjet Printers e pede ajuda. O técnico, responsável pelo vídeo, conta que uma esponja, que fica acondicionada abaixo dos carretéis de tinta vai, à medida que o tempo passa, encharcando, até que, em um belo dia, impede que a impressora funcione corretamente. Para solucionar o problema, basta limpar a impressora. Os fabricantes alegam que a esponja é importante para não sujar a mesa do escritório. Só esqueceram de dizer que, com trocas regulares, a impressora para de apresentar defeito.

Mas a história secreta das impressoras de tinta não termina aí. Marcos descobre que nas placas de circuito das impressoras existe um contador de impressão. Esse pequeno segredinho faz com que, por exemplo, após 18 mil impressões, ela simplesmente pare de funcionar. O aparelho “morre” literalmente. Marcos, insistente, descobre um software que zera o cruel contador de impressões.

Por fim , o documentário mostra o lixo eletrônico que chega a Ghana por navio. As empresas, para disfarçar e depositar toneladas de entulho nos países pobres, alegam que são produtos de segunda mão. Na verdade, investigação de uma ONG denuncia a falcatrua. Os computadores e impressoras chegam ao país totalmente inutilizáveis e vão diretamente para o lixão. São sucatas que não servem para nada. Crianças tentam extrair metais e cobre dos aparelhos.

O documentário é um alerta e um chamamento para uma mudança na nossa relação de consumo. A velha história que cansamos de ver, mas está muito longe de nós.

http://www.rtve.es/swf/v2/embed/983391_es_videos/RTVEPlayer.swf

terça-feira, 24 de agosto de 2010

TCC.Especialização Tecnologias em Educação-PUC/RIO 2009-2010

Tema: Planejamento de formação dos professores para uso das mídias.

Link para meteriais relacionados ao tema.
A Introdução da informática no ambiente escolar
Artigo do Prof. José Junio Lopes
http://www.clubedoprofessor.com.br/artigos/artigojunio.htm

TCC.Especialização Tecnologias em Educação-PUC/RIO 2009-2010

Tema: Planejamento de formação dos professores para uso das mídias.

Link para meteriais relacionados ao tems.

segunda-feira, 30 de novembro de 2009

Entrevista com a professora Intinerante Maria Aratuzi Rodrigues Rivarola

Entrevista com a professora Intinerante Maria Aratuzi Rodrigues Rivarola do aluno Higor da Costa Iglésias do 4º ano vespertino do Ensino Fundamental da Escola Estadual Teodoro Rondon do município de Anastácio – MS.
Esta entrevista tem por objetivo atender a elaboração de um seminário- Inclusão e Tecnologias Assistivas- TETRAPLEGIA - do curso de Especialização Tecnologias em Educação PUC/RIO. Cursistas Sandra Regina Caetano dos Santos e José Cícero Alves


Perg. Sandra: Professora Aratuzi como é a sua prática pedagógica com seu aluno?

Resp. Aratuzi: Ela é uma prática diferenciada dos demais alunos, devido ao grau de dificuldade devido ser um aluno PC


Perg. Sandra: Qual a sua maior dificuldade?

Resp.Aratuzi é não ter o mobiliário e material didático adequado para atende-lo.


Perg. Sandra : Como você avalia o desempenho do aluno?

Resp. Aratuzi Apesar da falta de recursos adequados o mesmo tem um bom desempenho pedagógico.


Perg. Sandra: Como é feito a execução dos exercícios e as provas?

Resp. Aratuzi: Os exercícios e as avaliações são as mesmas aplicadas para os demais, o que vai diferenciar é o tamanho da letra e o material utilizado, tais como cartazes, palitos coloridos, fichas elaboradas e materiais confeccionados de acordo com o conteúdo e as necessidades do momento, utilaza-se o aplicativo Word na fonte 48 ou 50, internet como fonte de pesquisa e conhecimento.


Perg.: Sandra: Como é o desenvolvimento de atividades visando integração com alunos?

Resp. Aratuzi: o aluno interage com a turma e a turma com ele durante as atividades lúdicas e em grupo tais como atividade de pesquisa, recorte e colagem e outros.


Perg. Sandra: Como é feita a interação com a família do aluno?

Resp. Aratuzi: Todos os dias é feito um relatório verbal de ambas no início da aula pela mãe para a professora de como o aluno passou a manhã. Ao término da aula a professora relata para a mãe o rendimento escolar do aluno.


Perg. Sandra: Como é feita a adaptação do aluno à sala de aula?

Resp. Aratuzi: a adaptações através de improviso, pois não tem mobília e material adequados para atendê-lo.


Perg. Sandra: Quais os recursos de acessibilidade?

Resp. Aratuzi: A escola conta com adaptações dentro dos padrões de acessibilidade.


Perg. Sandra: Você tem ajuda de quais profissionais para auxiliar no desempenho
do aluno?

Resp. Aratuzi: Sim, os profissionais estão sempre dispostos a ajudar para o melhor desempenho do aluno.


Perg. Sandra: Qual o grau de desenvolvimento do aluno?

Resp. Aratuzi: Considerado satisfatoriamente ótimo, até em relação aos alunos ditos normais.



Disponível também em: http://sandracaet.blogspot.com/